27.5.08

Diário São Paulo - Quinta-feira

A chegada na cidade cinza foi tranqüila, pela manhã de quinta já estávamos em Congonhas tentando fugir dos taxistas truqueiros que tentavam dar o golpe nos cariocax ixpertox. Depois do check-in no hotel, fomos almoçar, logo em seguida fui encontrar com uns amigos, que num papo na piscina fiquei sabendo como tinha sido a noite anterior na Flexx.

Enquanto tentava falar com outro amigo que tinha ido pra The Week ver Isaac Escalante, mas o relógio já batia às 18h e o celular só caía na caixa postal, o que indicava que a festa tinha sido bem boa, ou não.
Finalmente consegui as informações da noite anterior na The Week, que diferente das noite fracas de quarta-feira dos anos anteriores, fez uma festa cheia, não lotada, com os rostos e corpos mais bonitos do feriado e o som do Isaac sempre impecável.

E já era hora de se arrumar pra primeira noite de jogação. As amigas da Bela Cintra não paravam de ligar solicitando a pesença num chill in que rolava por lá. E foi pra onde fui, atrasado, e em 15 minutos que estive por lá, conheci quem ainda não conhecia, tirei umas 316 fotos, contava e ouvia histórias tudo enquanto tomava 3 shots de tequilas, 2 copos duplos de vodka com maracujá e alguns whiskys com Red Bull e teve a chamada pra Pacha, até porque de 2 em 2 minutos o anfitrião fazia questão de anunciar: “Até agora já perdemos X músicas”.

E lá fomos nós rumo à Pacha, que é bem longe de tudo e de todos. Dei sorte que já na chegada peguei um caixa semi-aberto o que me economizou uns 20 minutos de fila. Mas uns amigos não tiveram a mesma sorte, o excesso de barreiras e segurança pra entrar na festa era absurdo, o que os fez ficar na fila uns 40/50 minutos com desistência de alguns.

Já na pista completamente lotada, Flavinho Lima organizava os palquinhos do lado do DJ pras intervenções da noite, não me perguntem o que era, pra mim se tratava da Noiva de Chuck de um lado e o Exu Caveira do outro.
Das semelhanças com a X-Demente do ano passado só mesmo a “pista giratória” e o ponto de encontro no banquinho do banheiro feminino.

O som do DJ Paulo estava bem inferior do que o de costume e deixou a desejar, destaque da noite pro DJ João Neto que entrou na pista com tudo e fez um set excelente.

Outra reclamação geral foram os preços absurdamente caros do bar. Eu só fiquei sabendo dos preços altos pós-festa na conversa com amigos e depois do susto na hora de pagar o cartão. Dizem que tinha até 10% embutido na conta final...desnecessário!

Na saída uma mega coinscidência, dois gringos que furaram nossa fila do taxi no ano passado na mesma calçada da Pacha com direito à bate boca e tudo mais, lá estavam na nossa frente de novo um ano depois, mas dessa vez sem fura a fila, o que foi uma pena porque já tava louco pra gritar: Hijo de la puta, boludo, cabron, cagón, conchudo, maricón...

Sabe como é né? O espírito 'carioca favelado' fala mais alto nessas horas.

continua...

5 Comentários:

Blogger Raqgreen disse...

E as fotos do dia da Pacha. alguém lembrou de tirar?
Shakira ficou escondida.
Nada mais me lembro...rs

27 de Maio de 2008 12:45  
Blogger GUI SILLVA disse...

gentennnnnnnnn.
feriado perfeito.

desnecessário pagar conta alta...tb só fiquei sabendo depois...kkkkkkkk

27 de Maio de 2008 22:31  
Blogger introspective disse...

Claro que os gringos deviam ser umas diliças, pra vc lembrar das beeshas um ano depois...

28 de Maio de 2008 14:02  
Blogger Too-Tsie disse...

eu deveria ter passado uma lista de palavrões babadeiros em espanhol que aprendi com o mareedo.
pajudo! guevón! coño de tu madre! e por aí vai hihihi

28 de Maio de 2008 21:31  
Anonymous Wel disse...

gente, a gente poderia ter ligado pra DaNi para pedir uns palavrões direto da embaixada!! Né!! ...eu quase q nem vi as gringas, o Gui me mostou...no ano passado, fiquei com tanta raiva delas q meu cerebro me fez esquecê-las!! tah bowa!

29 de Maio de 2008 22:01  

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